• Desigualdade como desafio para a inovação inclusiva

    27 novembro 2017
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    O desenvolvimento da inovação inclusiva vem sendo discutido entre os participantes do II Simpósio Internacional do Conhecimento e Inovação de Pernambuco (SIGCI) desde o domingo (26). Articulado entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e o grupo de pesquisadores em Inovação, Tecnologia e Território (GRITT) da UFPE, o encontro segue até esta terça-feira (28) e a expectativa é que os debates resultem em uma agenda propositiva.

    dsc_4948A abertura do Simpósio contou com a conferência da professora Susan Cozzens, de Georgia Tech (USA), com o tema Alianças do Conhecimento para a Inovação Inclusiva através de uma agenda de pesquisa transdisciplinar. A professora destacou que para enfrentar o desafio de um desenvolvimento inclusivo é preciso considerar as desigualdades. “É consenso: as desigualdades afetam o crescimento, que desacelera quando os ricos ficam mais ricos. Já o PIB cresce quando os pobres estão melhorando de condição”, ponderou.

    Nessa linha, o crescimento inclusivo geraria um desenvolvimento mais sustentável e mais empregos. “É tempo de agir e fazer o crescimento inclusivo”, destacou. Como caminho, Susan cita a busca por uma educação mais acessível, com qualidade e igualdade. Ela reforça que a alta tecnologia é um meio, mas não é o único. “A inovação é necessidade básica e a tecnologia é conhecimento local. Elas precisam estar juntas”, reforçou.

    A secretária de CT&I, Lúcia Melo, participou da abertura e falou sobre a relevância do tema para o país e o mundo. “Precisamos dar conta de entrar nessa nova era industrial e reduzir as desigualdades. Esse tema desperta muito interesse entre os gestores de CTI e desenvolvedores econômicos”, destacou, citando que Pernambuco possui uma estratégia contemporânea (ECTI-PE 2017-2022) para guiar as políticas públicas do estado.

    Experiências – O pesquisador do CONICET (Argentina), Mariano Fressoli, defende as plataformas abertas como forma de fortalecer a inteligência coletiva e acelerar os resultados. “A informação é como um bem de consumo, assim como a terra, água, ar. A tecnologia é a ferramenta e a ciência não deveria ser uma propriedade”, disse, citando ainda o programa Um milhão de Cisternas, entre outras iniciativas, como uma experiência de inovação inclusiva desenvolvida no Brasil.

    Ana Cristina Fernandes, professora e pesquisadora líder do GRITT, abordou a importância das mudanças de conceitos e citou como essas questões estão presentes na Estratégia de Pernambuco. “Nós consideramos as características territoriais como uma condição fundamental. O território é uma construção social, assim como a inovação”, disse.

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  • Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação participa de Workshop de Nanobiotecnologia  

    13 julho 2017
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    Lúcia Melo profere palestra sobre a Estratégia de

    Ciência, Tecnologia e Inovação para Pernambuco para os próximos cinco anos

     

    A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lúcia Melo, participa do I Workshop de Nanobiotecnologia no Vale do São Francisco nesta sexta-feira (14). O evento, que acontece na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro, discute as novas fronteiras para a Nanotecnologia aplicada às ciências da vida e da biologia.

    Nesta primeira edição, o evento contará também com a participação do professor Timothy M. Swager, da Massachusetts Institute of Technology – MIT/USA, que abordará a eletrônica molecular para sensores químicos. A secretária irá proferir uma palestra sobre a Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação para Pernambuco 2017-2022, documento elaborado pela Secti com o intuito de guiar os atores envolvidos na área para promover condições para inovação e desenvolvimento.

    O Workshop, que teve início nessa quarta (12), ocorre como sequência de um projeto de pesquisa aprovado no convênio FACEPE/MIT. A programação, além dos palestrantes convidados, também incluiu um dia de laboratórios abertos e uma feira de ciências.

    Maiores informações: aqui

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  • Secti lança Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação para Pernambuco 2017-2022

    11 julho 2017
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    Na ocasião, ainda foram assinados dois documentos: o decreto que institui a REPEPE e o termo de cooperação técnica para o financiamento de oito projetos em INCTs

    A Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lúcia Melo, e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, lançaram a Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação para Pernambuco 2017-2022. A solenidade aconteceu, nesta terça-feira (11), no Salão das Bandeiras, no Palácio do Campo das Princesas. Na ocasião, também foram assinados o decreto que institui a Rede Pernambucana de Pesquisa e Educação (REPEPE), com a liberação de R$ 10 milhões para a aquisição de equipamentos e implantação da rede, e o termo de cooperação técnica para o financiamento de oito projetos em INCTs, uma parceria com a Fundação de Amparo à Ciência e a Tecnologia (Facepe).

    “Estamos executando uma Estratégia para construir as bases de desenvolvimento do futuro, que começa agora. E esse futuro depende, fundamentalmente, de difusão intensa de conectividade. Inovação não se faz de forma isolada e temos que incentivar parcerias entre os entes público-privado. Vamos trabalhar juntos com os parceiros para que Pernambuco tenha a oportunidade de crescer e de mostrar que tem capacidade científico-tecnológica para dar respostas aos investimentos”, disse a secretária da Secti, Lúcia Melo, ao destacar que um dos objetivos da REPEPE é oferecer banda larga de qualidade no intuito de que os estudantes possam acessar com tranquilidade a internet.

    O projeto atingirá 20 municípios, até dezembro deste ano, com internet de banda larga e terá o potencial de alcançar 410 entidades de educação, pesquisa e saúde até 2018. “Apresentamos um importante plano para a Ciência, Tecnologia e Inovação nos próximos cinco anos. O trabalho é feito em parceria com diversos setores que estão engajados na promoção da conectividade e da inclusão”, disse o chefe do executivo, Paulo Câmara, ao destacar que o Estado dará um salto em termos de conectividade.

    A Estratégia foi elaborada com o intuito de planejar as ações de desenvolvimento em Pernambuco, baseado em ciência, tecnologia e inovação, para os próximos cinco anos e contou com a participação dos atores da área de CT&I. Seu macro-objetivo é promover condições para elevar a qualidade de vida e garantir a prosperidade da sociedade a partir de seis eixos estratégicos que orientam a seleção, a implementação e o monitoramento das mais de 50 linhas de ação construídas.

    Com aproximadamente 100 páginas, o documento apresenta um diagnóstico do setor e de seus atores no estado, além de uma proposta de modelo de governança, referências bibliográficas e um extenso mapeamento dos centros e institutos de pesquisa, universidades, empresas, laboratórios e demais representantes com atuação na área em Pernambuco.

    Financiamento de Pesquisa – A Secti também assinou o acordo de cooperação entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe), vinculada à secretaria, para financiamento de quatro projetos de pesquisa em Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), sediados no estado. O valor global será de R$ 20 milhões, distribuídos entre pesquisas que envolvem temas de fotônica, engenharia de software, caatinga, flora e fungos.

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  • Paulo Câmara lança a Rede Pernambucana de Pesquisa e Educação

    11 julho 2017
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    O governador Paulo Câmara assina, às 11h desta terça-feira (11), o decreto que institui a Rede Pernambucana de Pesquisa e Educação (REPEPE). Primeira rede estadual associada a nova configuração da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), a REPEPE interligará – a partir de internet de alta velocidade (1 a 10 Gigabytes) – 20 municípios do estado, podendo alcançar cerca de 400 entidades até 2018. Com isso, o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), estimula a aceleração da inovação e da competitividade econômica baseadas em cooperação e conhecimento.

    A iniciativa faz parte da Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação para Pernambuco 2017-2022 (ECTI-PE), documento criado pela Secti para guiar as políticas públicas da área de CT&I que também será, oficialmente, lançado no evento. Alinhada à Estratégia, a REPEPE tem como diferencial um modelo de negócio inovador, baseado em parcerias público-privadas voluntárias, propiciando, inclusive, a redução de custos e o compartilhamento de benefícios. O convênio de cooperação técnica e integração de infraestrutura entre Celpe, Rede Nacional de Ensino e Pesquisa e Secti, assim como a autorização para compra e instalação de equipamentos no valor de R$ 10 milhões,  também serão assinadas na ocasião, garantindo a espinha dorsal do projeto que alcançará 1.175 km, percorrendo 10 das 12 regiões de desenvolvimento do Estado.

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  • Inscrições para o 10° Prêmio Naíde Teodósio de Estudos e Gêneros foram prorrogadas

    4 julho 2017
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    Interessados têm até o dia 15 de agosto para fazer o cadastro pelos sites da Facepe e Secretaria da Mulher 

    As inscrições para a 10ª edição do Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero foram prorrogadas e, agora, seguem até o próximo dia 15 de agosto. Podem participar estudantes do ensino médio, técnico subsequente, graduação e pós-graduação, como também professores do ensino médio e técnico. O cadastro, que é gratuito, deve ser feito pelos seguintes sites: www.facepe.br e www.secmulher.pe.gov.br.

    A iniciativa, que visa fortalecer a produção de conhecimento sobre gênero, é uma realização da Secretaria Estadual da Mulher em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), por meio da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia (Facepe), Secretaria de Educação (SEE), Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG), Companhia Editora de Pernambuco (CEPE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (FUNDARPE), Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE).

    É importante lembrar que a instituição de ensino que apresentar o maior número de inscrições receberá o Certificado de Mérito Institucional. Os inscritos podem optar pelas seguintes categorias: Redação, Relatos e Projetos de Experiência Pedagógica, Artigos Científicos e Roteiros de Vídeos e Documentários. Todos voltados às questões de gênero.

    Os vencedores serão premiados com tablets, viagens para congressos nacionais e quantia em dinheiro – de R$ 5 mil a R$ 20 mil. Do total de inscrições aceitas serão selecionadas até 20 redações que obtiverem melhor pontuação, sendo 10 redações de ensino médio e 10 de ensino técnico subsequente. Também serão distribuídos seis tablets para premiar relatos e projetos de professores (as) do ensino médio e técnico subsequente.

    A SECTI irá premiar até três artigos de estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação reconhecidos pelo MEC, em Pernambuco. Já os alunos dos cursos de pós-graduação nos níveis de especialização, mestrado ou doutorado, reconhecidos pelo CAPES, em Pernambuco, receberão R$ 8 mil por premiação. Estudantes de graduação e pós-graduação também podem concorrer a um roteiro para documentário digital de curta metragem. A premiação para esta categoria será de R$ 20 mil reais para investir na produção de um vídeo documentário.

    Serviço:

    10ª Edição do Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero

    Inscrição: Até 15 de agosto e devem ser feitas pelos seguintes sites: www.facepe.br e www.secmulher.pe.gov.br.

     

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