• Secti abre seleção para contratação de técnico operacional do Parqtel

    30 junho 2016
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    A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação – Secti – abriu recrutamento externo de seleção para o cargo de Técnico operacional do Parque de Eletroeletrônico e Tecnologias Associadas- Parqtel. A contratação do Técnico operacional é um importante passo no projeto de requalificação desenvolvido no parque. Os candidatos precisam ter nível superior com mestrado, ou nível superior com mais de dois anos de experiência, ou tecnólogo ou técnico com 4 anos de experiência nas áreas de elétrica, eletrônica, mecatrônica, controle e automação industrial, mecânica, automotiva, e áreas afins;

    O candidato também necessita ter experiência de trabalho em equipes e em projetos em parceria com instituições públicas ou privadas, preferencialmente na área de inovação e desenvolvimento tecnológico.

    O processo seletivo constará de análise de currículo e entrevista. O candidato deverá enviar currículo, até o dia 15 de julho de 2016, para o e-mail: parqtel@sectec.pe.gov.br. O Parque de Eletroeletrônico e Tecnologias Associadas- Parqtel fica na Rua Ministro Mário Andreaza, s/n – Várzea. Recife / PE – CEP: 50.950-050
    Mais Informações: (81) 3183.5605

     

    Recrutamento Externo

    Nº 01/2016

    Vaga: Técnico Parqtel

    Setor: PARQTEL (DINOV)

    Cargo: Técnico operacional

     

     

    REQUISITOS:

     

    ·       Área de conhecimento: Elétrica, Eletrônica, Mecatrônica, Controle e Automação industrial, Mecânica, Automotiva, e áreas afins;

    ·      Nível superior com mestrado, ou nível superior com mais de 2 anos de experiência, ou tecnólogo ou técnico com 4 anos de experiência. Entende-se como experiência a participação em atividades de projetos de engenharia, desenvolvimento tecnológico ou projeto de inovação em laboratório público ou privado, preferencialmente, em alguma das áreas de Conhecimento.

    Atributos desejáveis:

    ·  Conhecimentos em ferramentas de projeto em engenharia CAD, CAM e CAE;

    ·  Conhecimentos em programação (especificar as linguagens no CV enviado);

    ·  Experiência em operação de máquinas prototipadoras mecânicas e eletrônicas;

    ·  Experiência em indústria de transformação ou empresas de engenharia ou ICT;

    ·  Capacidade de organização e de planejamento;

    ·  Pró-atividade;

    ·  Capacidade de comunicação e leitura em língua Inglesa;

     

    FUNÇÕES ESPECÍFICAS:

    ·       Apoiar a elaboração de projetos de prototipagem eletrônica e/ou mecânica;

    ·       Apoiar a execução de testes e ensaios de conformidade em protótipos;

    ·       Acompanhar, dar suporte e apoio aos consultores e empresas envolvidas em projetos relativos ao PARQTEL;

    ·       Apoiar no planejamento técnico dos serviços tecnológicos a serem prestados pelo PARQTEL;

    ·       Apoiar a busca por patentes para proteção de propriedade intelectual de protótipos desenvolvidos por empresas associadas ao PARQTEL.

    Enviar CV atualizado para: parqtel@sectec.pe.gov.br  até 15/07/2016.

     

     

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  • TV Pernambuco ao vivo agora no seu Smartfone

    22 junho 2016
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    Agora você pode assistir toda a programação da TV Pernambuco, ao vivo, no seu celular, tablets ou computador. A Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC) e a HotLink firmaram um acordo de cooperação disponibilizando streaming para plataformas digitais e celulares com sistemas IOS, Androide, etc.

     

    Para sintonizar é simples: basta digitar tvpe.tv.br/ao-vivo ou tvpe.tv.br e entrar no site e clicar o “ao vivo”, necessitando apenas de conexão de banda larga.

     

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  • Inovação local para a economia global

    22 junho 2016
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    E, de que maneira, cidades como Bangalore, na Índia, e Hangzhou, na China, situadas na periferia da economia mundial e em países que não possuem os fatores que economistas veem como essenciais para o desenvolvimento – como o Estado de direito e a defesa da propriedade intelectual –, se tornaram atualmente polos de desenvolvimento de software e tecnologias?

    Uma das respostas para essas perguntas, segundo AnnaLee Saxenian, professora da University of California em Berkeley, nos Estados Unidos, foi o esforço sistemático feito nesses países e regiões de incentivar a criação de empresas voltadas a desenvolver e produzir componentes e subsistemas para companhias situadas no núcleo avançado da economia mundial.

    Com isso, as empresas nacionais se inseriram em cadeias globais de fabricação de produtos de alto valor agregado e inovadores, apontou Saxenian, durante palestra no “Workshop Creating Local Prosperity through World-class Science Based Business Development”, realizado na quinta-feira (16/06), na FAPESP.

    Durante o evento, promovido em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), foram discutidos os desafios e oportunidades para estados e municípios que queiram incentivar políticas voltadas a estimular negócios baseados em pesquisa científica e tecnológica.

    “As cadeias globais de valor e inovação preconizam que a produção pode ser decomposta em formas que permitam o design colaborativo de peças e sua reintegração periódica em conjuntos complexos”, disse Saxenian.

    “Os empreendedores e empresas precisam ser capazes de colaborar com essas cadeias globais para melhorar o design e/ou o processo de fabricação de um determinado produto. E isso requer a elevação de seus padrões de produção”, disse.

    A fim de se integrar globalmente, países emergentes, como Taiwan, criaram fundos de capital de risco (venture capital) para fomentar o desenvolvimento de empresas e indústrias que possam participar do processo de design colaborativo – ou co-design – de produtos capitaneado por empresas norte-americanas e europeias.

    Além disso, adotaram políticas industriais “abertas”, por meio da criação de instituições ou redes de pesquisa externas a fim de estabelecer “nós” e relações em redes de pesquisa estabelecidas por empresas do Vale do Silício nos Estados Unidos, por exemplo, para identificar parceiros para fazer o co-design de produtos, ou para conectá-las a outras redes, apontou Saxenian.

    “Ao apoiar um portfólio diversificado de empresas, combinado com acompanhamento e orientação para seleção de mercado, esses países emergentes estão institucionalizando um processo econômico contínuo de reestruturação e transformação de suas economias domésticas, ligando-as aos atores mais exigentes e capazes em mercados globais”, avaliou a pesquisadora.

    Por meio de políticas industriais abertas, países como a China e a Índia, por exemplo, melhoraram suas habilidades e capacidades de desenvolver e produzir componentes e subsistemas em áreas estratégicas e hoje têm parcerias em todo o mundo em setores como o automotivo, o de dispositivos móveis, o de softwares e o de serviços.

    Por sua vez, Taiwan é o país que tem o maior número de pesquisadores listados como coinventores em patentes registradas por empresas baseadas no Vale do Silício, na Califórnia.

    O país asiático é um dos maiores fornecedores de componentes do IPhone 6, da Apple, apontado por Saxenian como um exemplo de produto fabricado por meio de uma cadeia de fornecimento global, com componentes inovadores produzidos em todo o mundo em países como a China, Japão, Taiwan e Coreia do Sul, à frente dos Estados Unidos.

    “Componentes-chave do IPad, por exemplo, são produzidos na Coreia do Sul, o Japão e Taiwan, embora o software e o design do produto sejam feitos por empresas do Vale do Silício”, ponderou Saxenian.

    Autodescoberta
    De acordo com a pesquisadora, a abertura de países emergentes para o mundo exige um processo de autodescoberta do que podem comercializar e do que são capazes de servir.

    Os empreendedores e empresas desses países que buscam entrar em novos mercados devem demonstrar não apenas a capacidade de produzir um determinando componente ou produto, mas também de melhorar a concepção ou processo por meio do qual é fabricado em colaboração com potenciais clientes e seus fornecedores.

    Além disso, devem definir e investir em capacidades distintas, uma vez que hoje há uma indefinição de fronteiras industriais, exemplificada por smartphones que ao mesmo tempo são telefones, mas também funcionam como câmeras fotográficas e computadores pessoais, apontou a pesquisadora.

    “Em um mundo onde as fronteiras entre os setores estão se tornando indistintas, é mais importante hoje ser capaz de pesquisar de forma eficaz em diferentes domínios do conhecimento do que dominar e gerar ideias e tecnologia dentro de qualquer um deles especificamente”, afirmou Saxenian.

    Alguns dos conselhos que a pesquisadora dá aos países que querem inserir suas empresas de base tecnológica nas cadeias globais de inovação é se conectar – e não replicar – a regiões de sucesso, como o Vale do Silício, e buscar colaboradores e parceiros.

    “É preciso que as empresas procurem parceiros globais e locais para colaborar, identificar e competir em novos mercados, resolvendo problemas e se adaptando a novas circunstâncias de forma conjunta”, apontou.

    Esses conselhos foram seguidos à risca pela empresa brasileira de tecnologia da informação CI&T.

    Formada em 1995, ano que marca o início da internet comercial no Brasil, por três engenheiros da computação egressos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a empresa, que nasceu como uma startup, teve como seus dois primeiros clientes centros de pesquisa da IBM nos Estados Unidos e na França.

    Hoje, a empresa possui filiais nos Estados Unidos, Inglaterra, China, Japão e Austrália, tem clientes como o Google, a Coca-Cola, a Motorola e o Itaú e fatura mais de R$ 440 milhões por ano.

    “Olhamos para os Estados Unidos como um mercado-alvo e, por meio de uma abordagem de combinar engenharia e design, conseguimos nos estabelecer no mercado norte-americano e aproveitar as ondas de transformação digital para continuar crescendo”, disse Cesar Gon, diretor-presidente da empresa, à Agência FAPESP.

    “Nosso caminho da internacionalização foi construído primeiramente por meio de uma ambição que já nasceu na fundação da empresa de ser uma multinacional brasileira. E, segundo, por meio da construção de competências, acesso e entendimento de cada mercado”, afirmou Gon.

    A empresa é uma das 286 startups fundadas por alunos egressos da Unicamp, que geram hoje mais de 19 mil empregos e faturaram R$ 3,5 bilhões em 2015.

    (Agência FAPESP/ AnpeiNews)

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  • Equipe do Proupe visitou Autarquias de Garanhuns, Belo Jardim e Arcoverde

    21 junho 2016
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    Nova rodada de visitas técnicas as autarquias participantes do Programa Universidade para Todos em Pernambuco – Proupe. Desta vez a equipe da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) visitou, no período de 18 a 20 de maio de 2016 as Autarquias de Belo Jardim e Arcoverde; e nos dias 02 e 03 de junho de 2016  a Autarquia de Garanhuns.

    O objetivo é o de capacitar as equipes financeiras e gestores das Autarquias sobre o”Procedimento Operacional Padrão” – POP formalizando a “Elaboração e Apresentação da Prestação de Contas do PROUPE”. A equipe também vai às escolas onde os alunos bolsistas PROUPE vivenciam os projetos da Contrapartida Educativa em cumprimento da Lei nº 14.430, art. 6º parágrafo Único .

    Em Belo Jardim foram visitadas as escolas estaduais  João Monteiro de Melo e  Tomás Alves, além das municipais  Professor Antenor Vieira e Pe. Giovanni Toniutti. Já em Arcoverde a equipe da Secti conheceu os trabalhos desenvolvidos pelos alunos do Proupe nas escolas estaduais Monsenhor José Kehrle, Santa Cecília,  Carlos Rios – EREM,  e Senador Vitorino Freire – EREM.

    Em Garanhuns: Escola Estadual Dom  João da Mota Amaral – EREM, Escola Municipal João Pessoa , Escola de Aplicação de Garanhuns – UPE, Instituição Desafio Jovem Trindade Jesus Cura –Secretaria do Trabalho e Ação Social, e o Núcleo de Práticas  Jurídicas de Garanhuns Dr. Urbano Vitalino  de Melo Filho.

    A equipe da Secti foi formada por Glória Mª Barbosa Cavalcanti e Maria das Graças Beltrão Mulatinho, e contou também  com a presença do representante da Secretaria de Educação, membro da COMAV, professor Durval Paulo Gomes Júnior .

     

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  • Prorrogado para indicações ao Prêmio Sebastião Simões da Facepe

    20 junho 2016
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    A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (FACEPE) informa que o prazo para as indicações do Prêmio Sebastião Simões foi prorrogado até o dia 30/06. Em sua primeira edição, se constitui em reconhecimento público e estímulo a empresas de base tecnológica ou a entidades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, desenvolvidos no Estado, apoiados ou não pelos programas de apoio da FACEPE, que possuam relevantes contribuições ao desenvolvimento e se destaquem pela realização de projetos exitosos de inovação tecnológica com expressivo impacto no mercado e potencial abrangência social. A entrega do Prêmio será na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

    As sugestões podem ser enviadas para a Instituição por ofício protocolado em nome de Mônica Mendonça ou para o e-mailmonica.mendonca@facepe.br acompanhadas do material com a respectiva justificativa e serão submetidas a um Comitê de Busca. É necessário que o material esteja com as informações detalhadas de cada empresa ou entidade.

    Os prêmios e detalhamentos estão estabelecidos pela Resolução número 002 do Conselho Superior da Fundação.

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