• Iniciativa pública e privada debatem a implantação da Indústria 4.0 no Brasil

    31 março 2016
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    Iniciativa pública e privada debatem a implantação da Indústria 4.0 no Brasil

    ANPEInews

    30/03/2016

    A manufatura avançada, ou Indústria 4.0, poderá reconfigurar a economia no mundo, com controle em tempo real dos meios de produção e previsões, otimização de recursos e maior eficiência de processos e intensidade de comunicação. Essa nova fase da indústria tem o objetivo de criar fábricas inteligentes, utilizando conceitos e tecnologias como a Internet das Coisas (IoT), big data, sistemas cyber-físicos, entre outros.
    O tema foi debatido na última semana pelo governo, setor empresarial e academia, em um esforço coordenado para estabelecer a estratégia nacional. Assuntos relacionados à implantação da manufatura avançada no Brasil como, tecnologia, recursos humanos, marco regulatório, mercado e cadeias produtivas também foram abordados, durante o workshop Manufatura Avançada.
    “Estamos pensando na indústria do futuro e como iremos nos preparar para ela, uma indústria que já está se transformando mundialmente e vai modificar também o consumo e o perfil profissional. E não existirá indústria 4.0 se o governo não estiver aliado, trabalhando em conjunto com as empresas”, afirmou o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Alessandro Teixeira.
    O secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcos Vinícius de Souza, explicou que o tema já está na pauta do governo brasileiro e que os modelos desenvolvidos em outros países, como Estados Unidos e Alemanha, estão sendo analisados. “A forma como a manufatura avançada é implementada não é algo padrão no mundo. Cada país adota uma estratégia diferente, conforme suas necessidades e características. É importante que seja definido o que é a indústria de manufatura avançada para o Brasil. ”
    O diretor geral da empresa alemã Kuka Roboter, Edouard Mekhalian, acredita que a manufatura avançada será possível quando o País tiver empresas de engenharia de integração qualificadas com as diversas tecnologias. “Os vários conhecimentos devem estar agregados, é assim que funciona a manufatura avançada.”
    Altamente necessária para a implantação deste conceito fabril é a integração da informação através de sistemas inteligentes, onde as máquinas têm capacidade de se comunicar com as outras e a informação é disseminada de maneira completa. Cada vez mais automatizada e controlada por robôs, exigirá profissionais com habilidades técnicas e interpessoais específicas e multidisciplinares.

    Indústria 4.0
    Os alemães usam o termo indústria 4.0 em função das três revoluções industriais já existentes. Essa atual, a quarta, é a fase em que as máquinas, baseadas em sistemas cyber-físicos, começam a tomar decisões de quando ligar, desligar ou de quando acelerar ou reduzir a produção no ambiente da manufatura. Enquanto os alemães chamam de indústria 4.0, os americanos e os chineses chamam de manufatura avançada.

    (Agência Gestão CT&I, com informações da ABDI)

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  • Marco Legal da CT&I estimulará cooperações internacionais

    31 março 2016
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    ANPEInews

    30/03/2016

    Além de afrouxar as amarras burocráticas que atrapalham o dia a dia de pesquisadores brasileiros, o novo Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (Lei n° 13.243/2016) poderá ser um importante aliado para internacionalização das entidades do setor. Este processo é tido, atualmente, como fundamental, principalmente no cenário de crise e recessão econômica enfrentada pelo Brasil.
    Para o chefe da área de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) da Embaixada do Brasil em Portugal, Everaldo Cunha, o novo marco regulatório vai aproximar e promover novas interações entre entes brasileiros e estrangeiros. “A nova legislação traz medidas que solucionam problemas antigos da cooperação internacional brasileira. Um deles é a facilitação do visto para os pesquisadores estrangeiros interessados em ir ao Brasil para ajudar no sistema criativo”, enumera o diplomata. “Outra medida importante do novo Marco Legal é a simplificação do processo aduaneiro para importação de equipamentos laboratoriais e para centros de pesquisa. ”
    Segundo Everaldo Cunha, a nova lei poderá também mudar o ambiente de inovação no País, já que existe segurança jurídica para que o governo federal alocar recursos em empresas privadas. “Isto permitirá, por exemplo, que o governo seja sócio minoritário de alguns centros de pesquisa e laboratórios”, afirma.
    A comunidade científica brasileira comemora a alteração nas horas em que professores de universidades públicas, em regime de dedicação exclusiva, podem trabalhar em instituições privadas. Por ano, os docentes têm autorização para trabalhar até 420 horas nos laboratórios privados. Antes da Lei nº 13.243, o limite era 120 horas anuais. “Esta mudança viabiliza a participação de pesquisadores brasileiros em projetos tocados pelas empresas privadas, estimulando o processo de inovação no País”, comemora o diplomata.

    Parceria luso-brasileira
    A viabilidade de um cenário mais atraente para cooperações internacionais cria um futuro promissor para o aumento de projetos. Atualmente, Brasil e Portugal trabalham juntos em diferentes frentes. Entre os principais projetos colaborativos está o desenvolvimento, pela Embraer, da aeronave KC-390. O cargueiro militar foi viabilizado em virtude de uma parceria que também envolveu a Argentina e República Tcheca.
    Participaram da cooperação, pelo lado português, a Indústria Aeronáutica de Portugal (Ogma), o Centro de Excelência e Inovação na Indústria e Automóvel (Ceeiia) e 16 empresas lusitanas, além da fábrica da Embraer em Évora. O KC-390 é uma aeronave de transporte militar, preparada para realizar operação de evacuação, busca, resgate, combate a incêndio florestal, reabastecimento de helicópteros e caças de alto desempenho.
    O investimento total no projeto é de R$ 12,1 bilhões, sendo R$ 4,9 bilhões para o desenvolvimento da aeronave e R$ 7,2 bilhões para a aquisição de 28 unidades para a Força Aérea Brasileira (FAB). Ele substituirá o modelo Hercules C-130, utilizado atualmente pelo Brasil. Também demonstraram interesse na aeronave e selaram acordo para futuras aquisições Argentina, Chile, Portugal e República Tcheca.
    Apenas para montagem do cargueiro, foram criados 8,7 mil novos postos de emprego, sendo 1.700 diretos e 7 mil indiretos. Para este ano, que começa a fase de distribuição, a expectativa é de que a Embraer contrate mais 1.100 pessoas de forma direta e outras 5 mil de forma indireta.

    Europa
    De acordo com o chefe do setor de CT&I da Embaixada do Brasil em Portugal, Everaldo Cunha, a Lei nº 13.243 é moderna e atrairá olhares de outros países da Europa. Ele lembra que vários acordos de cooperação estavam em pauta entre Brasil e nações do velho continente antes mesmo sanção da nova lei.
    “Destaco a construção do cabo submarino que permitirá a troca de dados diretos entre Brasil e Europa, em construção pela construção pela a Telebrás e a empresa espanhola Islalink. O investimento previsto é R$ 185 milhões e o processo de implantação deverá começar em abril deste ano”, explica o diplomata.
    Recentemente o Brasil e a União Europeia selaram um acordo para viabilizar estudos de implementação da internet 5G. A parceria gerar projetos envolvendo academia, empresas de tecnologia e indústria.

    Incobra
    A recente criação do consórcio internacional Incobra entre o Brasil e a União Europeia, também foi apontada pelo diplomata como um instrumento importante para estimular os trabalhos conjuntos entre brasileiros e europeus. A iniciativa tem como principais objetivos a criação de condições para que haja mais sinergia e complementariedades entre atores do sistema científico e tecnológico de ambas localidades.
    “Estamos muito animados com o lançamento do projeto. Há alguns obstáculos que necessitam ser superados. Vamos interagir com os representantes do projeto para encontrar as maneiras como o governo federal pode ajudar”.

    (Leandro Duarte, da Agência Gestão CT&I)

     

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  • Grupo brasileiro realiza pesquisa de campo sobre política regional europeia

    30 março 2016
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    Publicado no site do Projeto Diálogos Setoriais/ União Europeia Brasil em 14/01/2016

    A ação Bases para Implantação de um Sistema Regional de Inovação (SRI) em Território Selecionado da Política Regional Brasileira, patrocinada pelo Projeto Apoio aos Diálogos Setoriais União Europeia-Brasil e coordenada pelo Ministério da Integração Nacional (MI), realizou, em dezembro, missão à Europa para prospectar e reforçar parcerias e conhecer localidades congêneres às sub-regiões de Goiana e Caruaru, em Pernambuco – estado escolhido como território-piloto para a introdução desse modelo de desenvolvimento. Integraram a delegação do Brasil Amarildo Baesso, Secretário Substituto de Desenvolvimento Regional e Diretor do Departamento de Gestão de Políticas de Desenvolvimento Regional do MI; Paulo Pitanga do Amparo, Coordenador Geral de Monitoramento e Avaliação de Políticas Regionais do MI; e Henrique Villa, Assessor Técnico do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE).

    O primeiro compromisso foi na sede do Institute for Prospective Technological Studies (ITPS), em Sevilha, Espanha, onde participaram de reunião com especialistas da entidade para conhecer as novidades da política regional europeia, também chamada de política de coesão, e a abordagem Research and Innovation Strategies for Smart Specialisations (RIS3), guia metodológico para gestores e tomadores de decisão envolvidos com questões relacionadas ao desenho, elaboração e implementação de estratégias regionais ou nacionais de inovação e pesquisa. “Utilizaremos essa metodologia na proposição do SRI brasileiro em Pernambuco, o que confere grande importância a esse encontro”, informou Paulo Pitanga. A comitiva também visitou a Agência de Inovação e Desenvolvimento da Andaluzia na mesma cidade.

    Em Portugal, as atividades foram voltadas para os territórios congêneres às sub-regiões pernambucanas onde será implantado o SRI brasileiro. Os integrantes da missão visitaram a Autoeuropa, grande conglomerado comandado pela Volkswagem localizado no distrito de Setúbal, nas imediações de Lisboa, que é considerado o território-espelho de Goiana, cujos arranjos produtivos abrangem as áreas de tecnologia da informação e da indústria automotiva. Na capital portuguesa, estiveram na Agencia Nacional de Inovação (ANI) para obter informações sobre as estratégias para apoio e financiamento da inovação nas empresas e em territórios selecionados pela política de coesão em Portugal. Nas proximidades da cidade de Porto, realizaram visitas técnicas à fábrica Calvelex, ao Centro de Formação Profissional da Indústria Têxtil, Vestuário, Confecção e Lanifícios (Modatex) e à Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção (Anivec). Essa região assemelha-se a Caruaru, polo de produção têxtil.

    A última parada foi em Bruxelas, Bélgica. Os brasileiros se reuniram com autoridades da Comissão Europeia para apresentar a primeira fase da ação e negociar o suporte europeu para a segunda fase, que tem como foco a elaboração do projeto executivo para implementação do SRI em Pernambuco. “O encontro em Bruxelas foi importante para direcionar os rumos da ação. Até o final de janeiro, o Ministério da Integração Nacional, em parceria com as demais instituições envolvidas, pretende divulgar a previsão orçamentária inicial e fazer o detalhamento para elaboração do projeto executivo, que deve ocorrer entre março de 2016 e março de 2017”, explicou Amarildo Baesso.

    Missão europeia a Pernambuco

    Uma comitiva europeia esteve em Pernambuco, em outubro, para participar de evento sobre a política regional brasileira e conhecer o território selecionado para implantação do SRI. Integraram a delegação estrangeira Manuel Laranja, perito internacional; John Edwards, do ITPS; Antônio Teixeira, da empresa portuguesa Norte Zozo; e Nuno Araújo, do Centro de Apoio Tecnológico à Indústria Metalomecânica (CATIM). Participaram das atividades as seguintes autoridades brasileiras: Antônio Carlos Galvão, Diretor do CGEE; Henrique Villa da Costa Ferreira, Assessor do CGEE; Lúcia Carvalho Pinto de Melo, Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Pernambuco (Sectec/PE); Ana Cristina Fernandes, Diretora de Planejamento, Articulação e Coordenação da Sectec/PE; e Paulo Pitanga do Amparo, Coordenador Geral de Monitoramento e Avaliações de Políticas Regionais do MI.

    O “Workshop Inovação e Desenvolvimento Territorial”, realizado em Recife, teve como finalidade o intercâmbio técnico para identificação dos setores para o projeto piloto e a apresentação do território escolhido para que o perito internacional pudesse elaborar a proposta de intervenção na área. Na ocasião, foi identificada a necessidade de se conhecer mais os problemas dos dois territórios; integrar ações; identificar oportunidades; e qualificar pessoas.

    Manuel Laranja ressaltou o desafio do projeto de articular dois setores com perfis distintos de requerimentos de inovação. “No caso das confecções, ganham relevo as instituições de ensino e pesquisa com papel central numa lógica de inovação incremental e inclusiva, que permita a diminuição da informalidade e inovações em máquinas mais atualizadas. No segmento automotivo, há o risco de que a fábrica venha a ser transferida para outra localidade por conta de condições de mercado, bem como de ficar apenas com os fornecedores do Parque 1, já instalado. Sendo assim, é preciso formar grupos de trabalho para definir mais detalhadamente o que fazer doravante, bem como promover a formação profissional nas duas sub-regiões”, ponderou o perito internacional.

    O grupo formado por europeus e brasileiros visitou o Porto Digital e o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), na capital pernambucana; o polo de confecções do Agreste do estado, que abrange Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru; e a fábrica da Fiat-Chrysler em Goiana. John Edwards declarou estar impressionado com o que está ocorrendo na região e disse que a visita ao CESAR mostrou a efetividade do sistema de inovações. “Mesmo pequenas inovações podem mudar a região”, afirmou ao recomendar a adoção de programas de educação massivos e estímulo ao desenvolvimento endógeno, aprendendo com outras experiências.

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  • Série de seminários vai debater os novos caminhos da comunicação

    30 março 2016
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    Na próxima segunda-feira (04) será realizada a primeira atividade do Projeto Conexões, um seminário direcionado para profissionais do campo de comunicação em geral, com foco especial para os que estejam há mais de 10 anos atuando no mercado. Os cinco encontros, gratuitos, serão realizados em todas as segundas-feiras do mês de abril, além da primeira segunda de maio. O Projeto Conexões é uma parceria entre o Porto Digital, a UFPE, o Sindicato de Jornalistas de Pernambuco e a empresa de comunicação Munganga.

    “Nosso objetivo é trazer para o debate conceitos e informações relevantes para o campo da comunicação, que vem passando por mudanças bruscas nos últimos anos devido à ascensão das redes sociais e de outras ferramentas de base tecnológica”, explica Rossini Barreira, coordenador de comunicação do Porto Digital e um dos organizadores do Conexões. “Cabem aos jornalistas mais experientes compreender as possibilidades desses novos modelos de trabalho, que podem inclusive se converter em oportunidades para empreender”, explica Barreira.

    Para Sheila Borges, professora do curso de Comunicação Social de Caruaru da UFPE, Centro Acadêmico do Agreste, o profissional de comunicação precisa estar sempre atualizado. “O curso de Comunicação Social de Caruaru está sintonizado com essa nova configuração ao oferecer uma formação ampla com ênfases em áreas fundamentais, como as mídias sociais e a produção cultural. Esse ciclo de atualização do Projeto Conexões oferecem informações que sinalizam que hoje o profissional precisa empreender. Transformar ideias em produtos e serviços. Até porque os postos de trabalho nas empresas privadas e públicas estão sendo reduzidos. O profissional precisa ser a própria mídia, empreender por meio de projetos que contemplem uma comunicação mais ampla”, comenta Borges.

    A necessidade de expandir os horizontes de atuação também é reforçada pela presidente do Sindicato dos Jornalistas. “A iniciativa vem num momento muito oportuno. Os jornalistas terão a possibilidade de se atualizar e encontrar outros caminhos para trabalhar. Os que desejam ingressar na área acadêmica ou aprender a fazer a captação de recursos públicos e privados também devem  participar”, comenta Cláudia Eloi.

    O debate inaugural tem como tema “A tradição e a inovação na comunicação”. Além de Rossini e Sheila, participa da primeira atividade do Projeto Conexões o consultor de tendências do Porto Digital e ex-repórter de tecnologias, Jacques Barcia. Cláudia Eloi fará a mediação do debate.

    Os encontros são gratuitos, mas é preciso fazer uma inscrição prévia, on-line. Inscreva-se no seminário A tradição e a inovação na comunicação – 04/04

    Programação

    No dia 11 de abril o tema em debate será “As indústrias criativas na comunicação: mais do que uma ideia”, com a participação da designer Andreá Aguiar, do diretor de criação da agência Munganga, Marco Bahe, e do presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, com mediação da professora e designer Nara Castro, coordenadora do curso de Design da Aeso.

    Uma semana após, no dia 18, é a vez de focar nas modelagens de negócios na área de comunicação no debate “Empreendedorismo: o mundo além da grande mídia”, com a participação de Ana Beatriz Nunes, professora do curso de Comunicação Social de Caruaru da UFPE; Pedro Souza, gerente da aceleradora Jump Brasil, e Lula Pinto, da Marco Zero conteúdo, com mediação de Geraldo Bringel, diretor do Sindicato dos Jornalistas.

    Depois de debater inovação, criatividade e empreendedorismo, o Projeto Conexões se volta, no dia 25, para o mundo acadêmico, com o tema “Do mercado para a academia: qual a pergunta?”, com participação das professoras da UFPE Ana Beatriz Nunes, Sheila Borges e Ana Veloso e mediação de Andréa Trigueiro, diretora do Sindicato dos Jornalistas e professora do curso de Jornalismo da Unicap.

    Já na primeira segunda de maio (02/05) e fechando o seminário, será realizado o debate “A captação de recursos para projetos culturais: o público e o privado”, com a produtora cultural Carla Denise, Carol Vergolino, da Rec Produções, e Jair Pereira, da 2JP produção cultural. Eduardo César Maia, professor da UFPE de Caruaru e editor do Café Colombo, fará a mediação.

    Serviço:
    Projeto Conexões
    Todas as segundas de abril e a primeira segunda de maio (02/05), às 19h
    Jump Brasil – Rua Capitão Lima, 420, Santo Amaro
    Entrada gratuita – inscrições no Eventick.

    Programação:
    04/04 – A tradição e a inovação na comunicação Inscreva-se aqui
    11/04 – As indústrias criativas na comunicação: mais do que uma ideia
    18/04 – Empreendedorismo: o mundo além da grande mídia
    25/04 – Do mercado para a academia: qual a pergunta
    02/05 – A captação de recursos para projetos culturais: o público e o privado

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  • Missão do Governo de Pernambuco conhece empresas da Califórnia

    30 março 2016
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    Missão do Governo de Pernambuco visitou, entre os dias 6 a 11 de março, o estado da Califórnia, nos Estados Unidos, com o objetivo de avaliar possibilidades de cooperação técnica e prospecção de novos negócios nas áreas de energias renováveis. O grupo, formado pelas secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente e Sustentabilidade, além da Compesa e do Instituto Edson Mororó, conheceu também empresas que tratam água de forma eficiente, reciclam esgoto, além de visitar o centro de sustentabilidade da UCLA, as comissões de regulação de energia e o secretário de proteção ambiental da Califórnia. A ideia é trazer essas tecnologias para Pernambuco.

     

    Carmelo Bastos Filho, cientista chefe do PARQTEL – Parque Tecnológico de Eletroeletrônica e Tecnologias Associadas de Pernambuco, representou a Secti-PE na viagem. A missão pernambucana foi composta também por Paloma Gonzalez, Consulesa da Embaixada Americana no Brasil – sediada em Recife; Sergio Xavier, Secretário de Meio Ambiente de Sustentabilidade; Eduardo Azevedo, Secretário Executivo de Energia da Secretaria de Desenvolvimento Econômico; Roberto Tavares, Presidente da Compesa; e Spartacus Pedrosa, do Instituto Tecnológico Edson Mororó Moura.

     

    A viagem foi a primeira etapa de um termo de cooperação técnica assinado entre o Governo do Estrado de Pernambuco e o Governo da Califórnia. “Pretendemos, a partir dessa visita, estabelecer parcerias com as universidades e atrair para Pernambuco empresas de energias renováveis”, explicou Carmelo.

     

    Nesse sentido, o grupo conheceu as empresas eSolar e Solar Reserve, que utilizam a tecnologia CST (Concentrated Solar Power Tower Technology), para geração de energia através de espelhos regularmente espaçados que concentram luz em um reservatório. Também conheceram a planta de painéis solares fotovoltaicos da Berkshire Hathaway Energy, além da Tesla, empresa líder em sistemas de armazenamento de energia e carros elétricos, e a SolarCity de gerenciamento de grids de geração distribuída, incluindo residencial.

     

    Na UCLA, Carmelo Bastos fez uma apresentação sobre o sistema de ciência, tecnologia e inovação de Pernambuco, mostrando também alguns conceitos do novo plano estadual de ciência, tecnologia e inovação. A delegação pernambucana foi recebida pela Profa. Nurit Katz, chefe do escritório de sustentabilidade da universidade.

     

    O grupo também foi recebido pelo Secretário para Proteção Ambiental do Governo da Califórnia, Matt Rodriguez, e por Aimee Barnes – EPA Deputy Secretary for Border and Intergovernmental Relations. Foram apresentadas de forma sucinta as atividades realizadas na missão, discutido o potencial de parceria considerando o acordo assinado, apresentado o projeto de Fernando de Noronha, e discutidas algumas possibilidades para os próximos passos para o encontro dos governadores em breve.

     

     

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